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5.5.07

Santa Sé lamenta ataques gratuitos ao Papa durante concerto

VATICANO, 03 Mai. 07 (ACI) .-
O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, SJ, lamentou a atitude de um pouco conhecido cômico italiano que atacou o papa Bento XVI e à Igreja Católica durante o multitudinário concerto celebrado com ocasião de 1º de Maio frente à Basílica de São joão de Latrão, com o auspício das principais centrais sindicais italianas.
Durante o concerto, ao que assistem dezenas de milhares de romanos todos os anos, o jovem cômico Andrea Rivera tratou de catapultar-se à fama atacando ao Papa Bento XVI por “não ter evoluído nada”, e tratou de fazer brincadeiras sobre a postura da Igreja respeito ao uso de preservativos e a decisão de não lhe conceder um funeral católico ao ativista pró-eutanásia Piergiorgio Welby, que se suicidó em dezembro passado.
Em uma declaração efetuada na quarta-feira pela tarde ao telejornal da primeira cadeia da RAI, o Pe. Lombardi afirmou que “os comentários desrespeitosos sbre o Papa e a Igreja durante o concerto de 1° de maio foram evidentemente um ato irresponsável. É justo afirmá-lo e os dirigentes sindicais têm feito bem dissociando-se”.
O Pe. Lombardi se referiu à decisão dos líderes das três principais centrais sindicais italianas CGIL, CISL e UIL, que rapidamente tomaram distância das palavras de Rivera. O próprio cômico declarou na quarta-feira que “lamenta” a polêmica surgida por causa de suas afirmações e disse que “não queria ofender a nenhuma pessoa ou religião”.
Por sua parte, o jornal do Vaticano L'Osservatore Romano, em um artigo titulado “Os vis ataques ao Papa, também isto é terrorismo”, afirmou que “terrorismo é lançar ataques à Igreja e alimentar o furor cego e irracional contra o que fala sempre do amor, o amor pela vida e pelo homem” e que é “ruim lançar pedras contra o Papa, sentindo-se respaldado pelos gritos de aprovação de uma massa facilmente excitável”.
L'Osservatore Romano destacou que as palavras do condutor “possivelmente sejam só expressões de uma desconcertante superficialidade”, mas que “seu perigo não é tão superficial”.
O vespertino recorda na nota as ameaças ao Presidente da Conferência Episcopal Italiana e Arcebispo de Génova, Dom Angelo Bagnasco, ao que desconhecidos enviaram um envelope com uma bala e frases insultantes e intimidatorias nas paredes de sua Catedral.
Por sua parte, o Pe. Lombardi particularizou que como tinham recordado nestes dias tanto o Presidente da República Italiana, Giorgio Napolitano, e o Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de estado Vaticano, “é desejável que todos nos esforcemos para dissolver as tensões e recrear as condições para um diálogo sereno em nossa sociedade. Neste sentido, é oportuno que o que era uma evidente estupidez não se transforme em uma tragédia e em ocasião para acender de novo conflitos desmesurados”.
fonte:ACI

13.4.07

JESUS DE NAZARÉ É APRESENTADO PELO TEÓLOGO RATZINGER OU PELO PAPA BENTO XVI?

http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=45114&seccaoid=4&tipoid=217
O título simples não esconde décadas de trabalho de Joseph Ratzinger, apresentando, numa linguagem teológica narrativa, uma busca pessoal do "rosto do Senhor" e procurando demonstrar a coincidência entre a dimensão religiosa e a dimensão história de Cristo.
O Papa, neste livro, procura responder às tendências do actual contexto cultural, que procuram distanciar o Jesus da história do Cristo da fé, quase ignorando as respostas "institucionais" sobre a figura central do Cristianismo.
Os factos históricos, contudo, podem estar ao serviço da fé. Ao longo de 10 capítulos, Bento XVI mostra-se atento aos dados da pesquisa moderna sobre Jesus e apresenta o Jesus dos Evangelhos como o verdadeiro Jesus histórico, "uma figura sensata e convincente a que podemos e devemos fazer referência com confiança e sobre a qual temos motivos para apoiar a nossa fé e a nossa vida cristã".
"Acreditar que era precisamente como homem que Jesus era Deus", assinala, "vai para além das possibilidades do método histórico”. O Papa considera que no texto bíblico se encontram todos os elementos para afirmar que a personagem histórica de Jesus é também "efectivamente o Filho de Deus que veio à terra para salvar a humanidade”.
FONTE: agência ecclesia

4.4.07

RECASADOS, CRISTÃOS DE 5ª CATEGORIA


O Vaticano proíbe que divorciados e re-casados “não sejam admitidos aos sacramentos porque o seu estado e condição de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja que é significada e realizada na Eucaristia (item 29)”.

A negação pública da eucaristia que, o bondoso santo padre, pretende impor, além de ocasionar um enorme constrangimento, afastará das comunidades católicas alguns dos seus melhores colaboradores. Onde fica a caridade e o perdão?

A EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL SACRAMENTUM CARITATIS mais parece uma arma para expulsar divorciados e re-casados da comunhão da igreja.

DISPENSA DA OBRIGAÇÃO DO CELIBATO


O celibato foi introduzido na Igreja Católica em 1074 pelo papa Gregório VII.
Segundo dados da Santa Sé, atualmente existem 110 mil padres casados no mundo – 72 mil deles pediram dispensa da obrigação do celibato.
O ex-padre e presidente de uma associação italiana de padres casados, Giuseppe Serrone, disse que a discussão sobre a possibilidade de sacerdotes com família não é novidade.
De acordo com ele, foi prevista pelo próprio Joseph Ratzinger antes de ele se tornar papa, em um livro de 1971, intitulado Problemas e Resultados do Concílio Vaticano 2°.
"Ratzinger escreveu que, diante do baixo número de sacerdotes, não se podia deixar de examinar a questão da ordenação de homens casados", disse Serrone.


2.4.07

VATICANO SILENCIA JON SOBRINO


A CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ -ANTIGO SANTO OFÍCIO-CONDENA
UM DOS MAIORES REPRESENTANTES DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO.
Quem é Jon Sobrino
Nascido em Bilbao (Espanha) em 27 de dezembro de 1938, Jon Sobrino reside em El Salvador há cinqüenta anos, dedicado, em grande parte, ao trabalho docente na UCA e a escrever numerosas obras, principalmente sobre a Teologia da Libertação.
Foi um dos criadores da Universidad Centroamericana de San Salvador e um dos maiores propagadores da Teologia da Libertação, sobre a qual escreveu uma dezena de livros.
Heresia
O órgão eclesiástico que elaborou a condenação - era dirigido pelo cardeal Ratzinger e a partir da indicação dele como Papa Bento Dezesseis, em abril de 2005, pelo cardeal Joseph Levada - acusa Sobrino de «falsear a figura de Jesus», e mais concretamente de «não afirmar abertamente sua consciência divina»; quer dizer, a Congregação para a Doutrina da Fé - sucessora da Inquisição - afirma que o jesuíta el jesuita vasco-salvadorenho caiu na «velha heresia» de acentuar demasiado o lado humano da figura de Jesus de Nazaré e de «ocultar sua divinidade». Por isso, o Vaticano aprovou um texto no qual decidiu que ele está proibido, como uma forma de «penitência», dar aulas em centros eclesiais ou publicar livros com o «nihil obstat» da autoridade eclesiástica, com a intenção depois de condená-lo ao «silêncio mais absoluto».
FONTE: adital
INFORMAÇÃO EXTRAÍDA DO SITE http://www.cebi.org.br